Afinal, tem tratamento?
- 7 de jun. de 2018
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Na verdade sim!Em casos inicias, recomenda-se como tratamento o casqueamento corretivo e a utilização de pedilúvio com solução de formol a 5% e sulfato de cobre a 5% associados ao antibiótico sistêmico e até podendo associar isso tudo ao antibiótico tópico, aumentando a eficiência. Ou se não, existe outra alternativa que é fazer tooooodos animais passarem pelo pedilúvio semanalmente, assim diminuindo a chance de contaminação dos demais saudáveis. Lembrando que essas são alternativas de tratamento para forma benigna da doença, já a forma maligna também se faz o casqueamento corretivo (a fim de melhorar a aeração do casco), porém jamais fazer pedilúvio!! Porque, como já foi visto, as lesões severas são bastaaaante doloridas, e a passagem pelo pedilúvio só aumentaria a dor dos animais. Aí também vão ser associados soluções antissépticas e antibióticos tópicos e sistêmicos, juntamente se faz o uso de bandagens mantendo os animais sempre em locais secos e limpos. E o que determina a estratégia da forma de tratamento? Resposta: o famigerado custo X benefício, que vai depender do número de animais acometidos, instalações disponíveis, mão de obra oferecida, e é claro gravidade das lesões. Pooooorém, entretanto, todavia, contudo, nada melhor do que evitar que aconteça a enfermidade do que se jogar no tratamento, até porque, além de provocar muitos gastos com medicamentos, mão de obra, veterinário e afins, os animais que possuem lesões crônicas são de difícil tratamento e geralmente são descartados. Partiu previnir????







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