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É melhor prevenir do que remediar!

  • 7 de jun. de 2018
  • 1 min de leitura

Chegooou o grande momento de falar de prevenção!!

Por onde começamos? R: pelo começo. Ao introduzir um animal novo na propriedade, o primeiro erro é permitir que este animal se misture com os demais logo de cara. O correto é isolar os animais recém adquiridos, deixando-os em quarentena durante pelo menos 20 dias, que é o período de incubação da bactéria D. nodosus. E daí depois se estiver tudo ok esses animais podem ser ser introduzidos no rebanho. Além de tratamento, o pedilúvio é uma das principais medidas de prevenção, melhor empregado quando localizado na entrada dos currais de manejo e alojamentos. O melhor ainda é antes desse pedilúvio ter um lava pés somente com água para remover os excessos de sujidades do casco, e assim aumentando a eficiência das soluções bactericidas.

O casqueamento e a inspeção dos cascos são de total importância para o controle do footrot no rebanho. A inspeção serve para identificar os animais acometidos e o grau de severidade das lesões, já o casqueamento é empregado com a finalidade de remover o tecido doente. Esse corte do casco pode expor o D. nodosus ao oxigênio e a ação de substâncias bactericidas, além de realizar o aprumo. O intervalo entre os casqueamentos é variável e depende do tipo de solo e dos fatores climáticos em que o animal está exposto. No entanto, apesar de ser uma prática de controle importante, pode facilitar a transmissão da doença, pois permite maior contato entre animais doentes e sadios durante o período de realização e frequentemente é feito sem desinfecção do material.

Continua...


 
 
 

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